Bom dia amigos,
No tradicional GP de Mônaco, disputado ontem, nas ruas de Monte Carlo, o australiano Mark Webber foi o vencedor, levando a equipe Red Bull à sua terceira vitória, em seis corridas, e colocando a equipe na ponta da tabela de pilotos e construtores.
Como previsto, a corrida não teve muitas emoções, pelo menos no que tange às ultrapassagens, já que as únicas foram as feitas por Fernando Alonso sobre as "galinhas mortas" do grid (Hispania, Virgin e Lotus).
A corrida começou intensa. Na largada, Sebastian Vettel tomou a segunda posição de Robert Kubica e se postou atrás de Webber, que era nitidamente mais rápido. Enquanto isto, Felipe Massa e Lewis Hamilton sustentaram a quarta e a quinta posições e Rubens Barrichello, em uma excepcional largada, tomou a posição dos dois carros da Mercedes e da McLaren de Jenson Button.
Lá atrás, Alonso, saindo dos boxes, conseguia ultrapassar Karum Chandhok, ocupando a 23ª posição.
No entanto, a corrida começaria a mudar ainda na primeira volta, quando o companheiro de Rubinho, Nico Hulkenberg, errou na entrada do túnel, batendo até de maneira violenta, e acarretando a entrada do Safety Car.
Neste momento, Alonso deu "o pulo do gato", indo aos boxes para fazer sua troca de pneus obrigatória. Além de Alonso, Bruno Senna também fez a troca.
Nesta hora, a cena mais "varzeana" da história da Fórmula 1. O motor de Jenson Button fundiu atrás do Safety Car. Minutos depois, a McLaren informou que um dos cobertores de aquecimento do motor, colocado em um dos dutos de ar, não havia sido retirado do carro do inglês, superaquecendo o motor e causando o problema. Imagine se fosse com Hamilton...
Seis voltas depois, o Safety Car deixou a pista e a corrida se focou em Alonso. O piloto da Ferrari passou a tentar ganhar posições e travou uma briga intensa com o brasileiro Lucas di Grassi, da Virgin, que, com competência, segurava o espanhol, chegando a irritá-lo.
No entanto, em um momento estranho, Di Grassi, que havia fechado a porta do asturiano diversas vezes, "abriu" no final do túnel, dando espaço para a ultrapassagem. Alonso ainda ultrapassaria Trulli, Glock e Kovaleinen. No entanto, nenhum deles ofereceu resistência alguma sobre a Ferrari número 8.
Neste momento, as intenções de Alonso tornaram-se claras. Com pista limpa, o espanhol só era superado por Mark Webber nos tempos de volta, o que, com os demais pilotos parando nos boxes, colocou o espanhol no sexto posto.
Quem também se deu bem nos boxes foi Michael Schumacher, que, com o excelente trabalho da equipe Mercedes, ultrapassou Rubens Barrichello, chegando ao sétimo posto. O brasileiro ainda perderia posição para Nico Rosberg, que vinha sendo o mais rápido na pista, mas que demorou para parar, perdendo tempo atrás de Webber, e, consequentemente, perdendo a sétima posição.
A partir daí a monotonia foi sem tamanho. Os pilotos apenas percorriam a pista, porém, sem arriscar, dada a dificuldade de ultrapassagens, ainda mais em Mônaco.
Os únicos momentos de mais emoção foram os acidentes e as entradas do Safety Car. A primeira, devido a um acidente sofrido por Barrichello, que, com problemas na suspensão, rodou na pista, gerando polêmica ao, revoltado, atirar o volante para o meio da pista.
A outra entrada do Safety Car foi devido à tampa de um bueiro que se soltou e precisou ser recolocada.
No entanto, nem estas relargadas mudaram a história da prova, que rumava para mais um final monótono. Foi então que Trulli, em um dos raros momentos de ousadia da prova, tentou ultrapassar Chandhok, por dentro, na última curva. O indiano manteve seu traçado, o que fez com que a Lotus do italiano "escalasse" seu carro, quase atingido o até então intocável líder Mark Webber.
A seis voltas do fim, a bandeirada com o Safety Car na pista parecia inevitável. No entanto, a direção de prova anunciou a saída do carro de segurança no final da última volta, o que, em tese, não mudaria o resultado da prova.
Porém, uma corrida com Schumacher não pode ser tão previsível. O alemão, aproveitando a relargada, ultrapassou Alonso na última curva, tomando-lhe a sexta posição. Mais tarde, no entanto, os comissários de prova, em uma polêmica decisão, puniram o alemão com a perda de 20s por ultrapassar em bandeira amarela (a luz verde piscava visivelmente na saída do Safety Car), jogando o alemão para o 12º posto.
Com o resultado, Webber assume a liderança com 78 pontos, mesma pontuação que a de seu companheiro de equipe. Porém, o australiano fica com a ponta por ter duas vitórias, contra uma de Vettel. Em terceiro, Alonso, com 75 pontos, seguido por Button, com 70 e Massa, bem mais atrás, com 61.
A próxima prova acontece daqui a duas semanas, na Turquia.
Veja o resultado do GP de Mônaco:
1°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 78 voltas em 1h50min00s000
2°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 0s448
3°. Robert Kubica (POL/Renault), a 1s600
4°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 2s600
5°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 4s300
6°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 6s300
7°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 6s600
8°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 6s900
9°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes), a 7s300
10°. Sebastian Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 8s100
11°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 9s100
12°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 5s700
13°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 4 voltas
14°. Karun Chandhok (IND/Hispania-Cosworth), a 6 voltas
15°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth), a 6 voltas
Abandonos:
Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth), 71 voltas/acidente
Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth), 71 voltas/acidente
Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), 59 voltas/não completou
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), 59 voltas/não completou
Lucas Di Grassi (BRA/Virgin-Cosworth), 28 voltas/acidente
Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), 27 voltas/não completou
Pedro de la Rosa (ESP/Sauber-Ferrari), 26 voltas/não completou
Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), 23 voltas/não completou
Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth), 22 voltas/não completou
Mais tarde, outros resultados...
Mostrando postagens com marcador GP Mônaco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GP Mônaco. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Webber vence em Mônaco e é o novo líder
Marcadores:
dobradinha,
Fórmula 1,
GP Mônaco,
Red Bull,
Webber
sábado, 15 de maio de 2010
Webber é pole em Mônaco
Bom dia amigos,
No treino classificatório, que definiu o grid de largada para o GP de Mônaco, o australiano Mark Webber repetiu o feito de Barcelona e garantiu a pole.
O piloto da Red Bull, que não vinha sendo colocado entre os favoritos para a prova, conseguiu uma volta voadora no Q3, desbancando o surpreendente Robert Kubica e sua Renault, que tinham o melhor tempo até então.
O treino classificatório começou sem Fernando Alonso, já que o espanhol bateu nos treinos livres pela manhã, danificando o chassi de seu carro, e larga na última posição amanhã. No entanto, esta foi a única surpresa do Q1, onde, ao contrário do que temiam os pilotos, nenhum piloto de ponta foi prejudicado pelas equipes novatas.
Sendo assim, com Alonso sem tempo, os demais eliminados foram os pilotos das equipes novatas (os dois carros de Lotus, Virgin e Hispania), exatamente nesta ordem. Aliás, Bruno Senna mostrou familiaridade com o circuito, conseguindo ser mais de 1s mais rápido que Chandhok, e ficando a apenas 0s6 de Di Grassi, que ficou exatamente à sua frente.
O Q2 reservou uma surpresa, e dentro da Force India, já que o alemão Adrian Sutil, presença constante no Q3, perdeu a vaga para seu companheiro de equipe, o italiano Vitantonio Liuzzi e para o brasileiro Rubens Barrichello, da Williams, pilotos que vem andando pouco mais abaixo. Sutil ainda foi superado pelo estreante Nico Hulkenberg, da Williams, conseguindo apenas a 12ª posição.
Chegamos ao Q3, onde Kubica, surpreendente vinha ocupando o primeiro posto, com 1min14s120, cravando o novo recorde da pista (o anterior era de Michael Schumacher, em 2004, com 1min14s4).
No entanto, nos momentos finais Webber, voando baixo cravou 1min13s826, deixando o polonês da Renault em segundo.
Na segunda fila, Sebastian Vettel, novamente superado por Webber, terá a companhia do brasileiro Felipe Massa, que tem a grande chance de tirar um pouco da vantagem que Alonso tem para ele na disputa interna da Ferrari.
A terceira e a quarta filas são prateadas, com Lewis Hamilton e Nico Rosberg na terceira e Michael Schumacher e Jenson Button na quarta. A quinta fila é formada pelos "intermediários" Rubens Barrichello, nono, e Vitantonio Liuzzi, décimo.
A prova tem início amanhã, às 9 da manhã, com transmissão da Rede Globo.
No treino classificatório, que definiu o grid de largada para o GP de Mônaco, o australiano Mark Webber repetiu o feito de Barcelona e garantiu a pole.
O piloto da Red Bull, que não vinha sendo colocado entre os favoritos para a prova, conseguiu uma volta voadora no Q3, desbancando o surpreendente Robert Kubica e sua Renault, que tinham o melhor tempo até então.
O treino classificatório começou sem Fernando Alonso, já que o espanhol bateu nos treinos livres pela manhã, danificando o chassi de seu carro, e larga na última posição amanhã. No entanto, esta foi a única surpresa do Q1, onde, ao contrário do que temiam os pilotos, nenhum piloto de ponta foi prejudicado pelas equipes novatas.
Sendo assim, com Alonso sem tempo, os demais eliminados foram os pilotos das equipes novatas (os dois carros de Lotus, Virgin e Hispania), exatamente nesta ordem. Aliás, Bruno Senna mostrou familiaridade com o circuito, conseguindo ser mais de 1s mais rápido que Chandhok, e ficando a apenas 0s6 de Di Grassi, que ficou exatamente à sua frente.
O Q2 reservou uma surpresa, e dentro da Force India, já que o alemão Adrian Sutil, presença constante no Q3, perdeu a vaga para seu companheiro de equipe, o italiano Vitantonio Liuzzi e para o brasileiro Rubens Barrichello, da Williams, pilotos que vem andando pouco mais abaixo. Sutil ainda foi superado pelo estreante Nico Hulkenberg, da Williams, conseguindo apenas a 12ª posição.
Chegamos ao Q3, onde Kubica, surpreendente vinha ocupando o primeiro posto, com 1min14s120, cravando o novo recorde da pista (o anterior era de Michael Schumacher, em 2004, com 1min14s4).
No entanto, nos momentos finais Webber, voando baixo cravou 1min13s826, deixando o polonês da Renault em segundo.
Na segunda fila, Sebastian Vettel, novamente superado por Webber, terá a companhia do brasileiro Felipe Massa, que tem a grande chance de tirar um pouco da vantagem que Alonso tem para ele na disputa interna da Ferrari.
A terceira e a quarta filas são prateadas, com Lewis Hamilton e Nico Rosberg na terceira e Michael Schumacher e Jenson Button na quarta. A quinta fila é formada pelos "intermediários" Rubens Barrichello, nono, e Vitantonio Liuzzi, décimo.
A prova tem início amanhã, às 9 da manhã, com transmissão da Rede Globo.
Marcadores:
classificação,
Fórmula 1,
GP Mônaco,
Red Bull,
Webber
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Alonso lidera dia em Mônaco
Bom dia amigos,
No dia do aniversário da Fórmula 1, nada mais justo do que uma disputa em Mônaco e com a Ferrari na frente. E foi isto o que aconteceu.
Mesmo com o carro da Red Bull sendo visivelmente mais rápido que os demais, no circuito de Mônaco aconteceu o que nele se espera que aconteça: O talento foi privilegiado.
Sendo assim, o espanhol Fernando Alonso, a bordo da inconstante Ferrari F10, cravou o melhor tempo do dia, com 1min14s904, 0s109 à frente do talentoso Nico Rosberg, da não tão eficiente Mercedes GP, que ficou em segundo.
O piloto espanhol já havia liderado o primeiro treino, pela manhã, com tempo bem acima do conseguido durante a tarde, e mostrando que sua liderança não foi um mero acaso, e que ele é um dos principais candidatos a anotar a pole-position para a corrida.
Enquanto Alonso andava na frente, seu companheiro de equipe, o brasileiro Felipe Massa, novamente andava algumas posições atrás. O brasileiro andou 0s216 atrás do espanhol, anotando o quarto tempo, atrás de Alonso, Rosberg e Sebastian Vettel, da Red Bull.
Em quinto, mostrando uma recuperação incrível, o alemão Michael Schumacher, que aparentemente vem voltando à velha forma e que, se neste ano não deve brigar pelo título, para o ano que vem deve ser um fortíssimo candidato.
Atrás dele, o polonês Robert Kubica, que vem tirando leite de pedra com o apenas regular carro da Renault, seguido pelo inglês Lewis Hamilton, que costuma andar bem no circuito monegasco, mas que não contava com um decepcionante desempenho da McLaren nos treinos.
Completando o Top-10, o alemão Adrian Sutil, da Force India, o inglês Jenson Button, da McLaren e o australiano Mark Webber, da Red Bull.
Dentre os brasileiros, Rubens Barrichello conseguiu um decepcionante 14º tempo, novamente andando atrás de seu companheiro de equipe, o alemão Nico Hulkenberg. Apesar do fraco desempenho, Rubinho se mostra esperançoso, mas mantém os pés no chão quanto aos objetivos: "Estou esperançoso. Sábado pode ser um bom dia, temos de jogar com uma série de contas. O tráfego parecia a Marginal Tietê, mas temos potencial para fazer. Isso depende do nosso trabalho. Na prática é passar para o Q3 novamente. Não dá pra pensar em ser sexto ou quinto. Isso não é nosso, ainda", afirma o piloto.
Lá no pelotão do fundo, Lucas Di Grassi surpreendeu, fazendo o 20º tempo, colocando sua Virgin à frente da Lotus do experiente Jarno Trulli e de seu companheiro de equipe, Timo Glock, além é claro, dos carros da Hispania, que mais uma vez teve Karum Chandhok andando à frente de Bruno Senna.
Bem, a espectativa é de uma boa disputa pela pole. E, para esta disputa, Alonso e Vettel saem como os favoritos para conquistar a pole. No entanto, Mônaco já é uma caixa de surpresas, ainda mais com os carros da Hispania passeando pela pista e atrapalhando as voltas dos demais...
Veja os resultados do primeiro dia de treinos livres:
1. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1min14s904
2. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1min15s013
3. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 1min15s099
4. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min15s120
5. Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1min15s143
6. Robert Kubica (POL/Renault) - 1min15s192
7. Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min15s249
8. Adrian Sutil (ALE/Force India) - 1min15s460
9. Jenson Button (ING/McLaren) - 1min15s619
10. Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1min15s620
11. Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1min15s746
12. Sebastian Buemi (SUI/Toro Rosso) - 1min16s276
13. Nico Hulkenberg (ALE/Williams) - 1min16s348
14. Rubens Barrichello (BRA/Williams) - 1min16s522
15. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India) - 1min16s528
16. Pedro de la Rosa (ESP/Sauber) - 1min16s599
17. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber) - 1min16s818
18. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - 1min17s023
19. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus) - 1min18s184
20. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin) - 1min18s478
21. Jarno Trulli (ITA/Lotus) - 1min18s667
22. Timo Glock (ALE/Virgin) - 1min18s721
23. Karun Chandhok (IND/Hispania) - 1min20s313
24. Bruno Senna (BRA/Hispania) - 1min21s688
No dia do aniversário da Fórmula 1, nada mais justo do que uma disputa em Mônaco e com a Ferrari na frente. E foi isto o que aconteceu.
Mesmo com o carro da Red Bull sendo visivelmente mais rápido que os demais, no circuito de Mônaco aconteceu o que nele se espera que aconteça: O talento foi privilegiado.
Sendo assim, o espanhol Fernando Alonso, a bordo da inconstante Ferrari F10, cravou o melhor tempo do dia, com 1min14s904, 0s109 à frente do talentoso Nico Rosberg, da não tão eficiente Mercedes GP, que ficou em segundo.
O piloto espanhol já havia liderado o primeiro treino, pela manhã, com tempo bem acima do conseguido durante a tarde, e mostrando que sua liderança não foi um mero acaso, e que ele é um dos principais candidatos a anotar a pole-position para a corrida.
Enquanto Alonso andava na frente, seu companheiro de equipe, o brasileiro Felipe Massa, novamente andava algumas posições atrás. O brasileiro andou 0s216 atrás do espanhol, anotando o quarto tempo, atrás de Alonso, Rosberg e Sebastian Vettel, da Red Bull.
Em quinto, mostrando uma recuperação incrível, o alemão Michael Schumacher, que aparentemente vem voltando à velha forma e que, se neste ano não deve brigar pelo título, para o ano que vem deve ser um fortíssimo candidato.
Atrás dele, o polonês Robert Kubica, que vem tirando leite de pedra com o apenas regular carro da Renault, seguido pelo inglês Lewis Hamilton, que costuma andar bem no circuito monegasco, mas que não contava com um decepcionante desempenho da McLaren nos treinos.
Completando o Top-10, o alemão Adrian Sutil, da Force India, o inglês Jenson Button, da McLaren e o australiano Mark Webber, da Red Bull.
Dentre os brasileiros, Rubens Barrichello conseguiu um decepcionante 14º tempo, novamente andando atrás de seu companheiro de equipe, o alemão Nico Hulkenberg. Apesar do fraco desempenho, Rubinho se mostra esperançoso, mas mantém os pés no chão quanto aos objetivos: "Estou esperançoso. Sábado pode ser um bom dia, temos de jogar com uma série de contas. O tráfego parecia a Marginal Tietê, mas temos potencial para fazer. Isso depende do nosso trabalho. Na prática é passar para o Q3 novamente. Não dá pra pensar em ser sexto ou quinto. Isso não é nosso, ainda", afirma o piloto.
Lá no pelotão do fundo, Lucas Di Grassi surpreendeu, fazendo o 20º tempo, colocando sua Virgin à frente da Lotus do experiente Jarno Trulli e de seu companheiro de equipe, Timo Glock, além é claro, dos carros da Hispania, que mais uma vez teve Karum Chandhok andando à frente de Bruno Senna.
Bem, a espectativa é de uma boa disputa pela pole. E, para esta disputa, Alonso e Vettel saem como os favoritos para conquistar a pole. No entanto, Mônaco já é uma caixa de surpresas, ainda mais com os carros da Hispania passeando pela pista e atrapalhando as voltas dos demais...
Veja os resultados do primeiro dia de treinos livres:
1. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1min14s904
2. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1min15s013
3. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 1min15s099
4. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min15s120
5. Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1min15s143
6. Robert Kubica (POL/Renault) - 1min15s192
7. Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min15s249
8. Adrian Sutil (ALE/Force India) - 1min15s460
9. Jenson Button (ING/McLaren) - 1min15s619
10. Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1min15s620
11. Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1min15s746
12. Sebastian Buemi (SUI/Toro Rosso) - 1min16s276
13. Nico Hulkenberg (ALE/Williams) - 1min16s348
14. Rubens Barrichello (BRA/Williams) - 1min16s522
15. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India) - 1min16s528
16. Pedro de la Rosa (ESP/Sauber) - 1min16s599
17. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber) - 1min16s818
18. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - 1min17s023
19. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus) - 1min18s184
20. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin) - 1min18s478
21. Jarno Trulli (ITA/Lotus) - 1min18s667
22. Timo Glock (ALE/Virgin) - 1min18s721
23. Karun Chandhok (IND/Hispania) - 1min20s313
24. Bruno Senna (BRA/Hispania) - 1min21s688
Marcadores:
Alonso,
Ferrari,
GP Mônaco,
treinos livres
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Motores ligados em Mônaco
Bom dia amigos,
Hoje, se iniciam as atividades no Circuito de rua de Monte Carlo, em Mônaco, palco da mais tradicional prova da Fórmula 1.
E, pensando-se em Mônaco, é impossível esquecer-se dos pilotos que lá fizeram história, como Ayrton Senna, o maior vencedor da prova (6 vitórias), Graham Hill, Michael Schumacher, Alain Prost, Nigel Mansell, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Gilles Villeneuve, dentre outros.
É impossível esquecer, também, as surpresas que Mônaco costuma reservar. Lógico, que é extremamente improvável pensar que um dos carros da Hispania vá chegar entre os primeiros. No entanto, alguma lógica previa o segundo lugar de Ayrton Senna, com a Toleman, em 1984? E a vitória de Olivier Panis, com a mediana Ligier em 1996? O quarto lugar do veterano Andrea de Cesaris, com a Jordan em 1994, onde Michele Alboreto chegou em sexto com a Minardi?
Enfim, são coisas que só acontecem em Mônaco, onde é possível acreditar no impossível. Onde é provável acreditar no improvável.
E onde, no final, o que conta, não é apenas a potência do motor ou o melhor acerto aerodinâmico. Sim, isto conta também, mas, em Mônaco, além de tudo isto, o piloto precisa ter "braço", precisa ter frieza, e, acima de tudo, precisa saber tratar bem o carro, pois, em Monte Carlo, um pequeno erro pode acabar com a corrida.
Hoje, se iniciam as atividades no Circuito de rua de Monte Carlo, em Mônaco, palco da mais tradicional prova da Fórmula 1.
E, pensando-se em Mônaco, é impossível esquecer-se dos pilotos que lá fizeram história, como Ayrton Senna, o maior vencedor da prova (6 vitórias), Graham Hill, Michael Schumacher, Alain Prost, Nigel Mansell, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Gilles Villeneuve, dentre outros.
É impossível esquecer, também, as surpresas que Mônaco costuma reservar. Lógico, que é extremamente improvável pensar que um dos carros da Hispania vá chegar entre os primeiros. No entanto, alguma lógica previa o segundo lugar de Ayrton Senna, com a Toleman, em 1984? E a vitória de Olivier Panis, com a mediana Ligier em 1996? O quarto lugar do veterano Andrea de Cesaris, com a Jordan em 1994, onde Michele Alboreto chegou em sexto com a Minardi?
Enfim, são coisas que só acontecem em Mônaco, onde é possível acreditar no impossível. Onde é provável acreditar no improvável.
E onde, no final, o que conta, não é apenas a potência do motor ou o melhor acerto aerodinâmico. Sim, isto conta também, mas, em Mônaco, além de tudo isto, o piloto precisa ter "braço", precisa ter frieza, e, acima de tudo, precisa saber tratar bem o carro, pois, em Monte Carlo, um pequeno erro pode acabar com a corrida.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Dutos de ar banidos para 2011. Classificação em Mônaco sem alterações.
Bom dia amigos,
Ontem, após a corrida, a FOTA, Associação que reúne as equipes da Fórmula 1 se reuniu para tomar algumas decisões visando os próximos passos da Fórmula 1.
Em pauta, dois assuntos quase que imediatos.
O primeiro diz respeito ao treino classificatório do GP de Mônaco, que será realizado no próximo final de semana, nas ruas de Monte Carlo.
A solicitação das equipes é que, com a presença de carros muito mais lentos, o treinamento em um circuito estreito como Mônaco seria perigoso e atrapalharia as equipes de ponta. Sendo assim, a idéia era "dividir" a classificação em duas etapas, com os 12 carros mais lentos em um momento e os 12 mais rápidos em outro.
No entanto, para ser aprovada, a medida precisaria ser aprovada por unanimidade pelas equipes. Aí falou mais alto o lado individual das equipes, já que as mais rápidas votaram por dividir a classificação, por não querer ser prejudicadas por "paredes" na pista, enquanto as mais lentas, vendo a possibilidade de conseguir largar mais à frente, em uma pista de difícil ultrapassagem, optaram por ir contra a divisão.
Sendo assim, as coisas continuarão como estão, e todos os pilotos irão para a pista juntos, disputando as qualificatórias, o que pode trazer surpresas no Grid de Largada.
Outra discussão em pauta dizia respeito à presença dos tão discutidos "dutos de ar", que se fizeram presentes no carro da McLaren nas primeiras provas e que foram "copiados" por Red Bull, Sauber, Ferrari, Williams e Mercedes no GP da Espanha.
Considerado perigoso pela grande maioria, já que nas retas faz com que o piloto tenha de tirar uma das mãos do volante para controlar o duto, o item foi voltado para ter ou não sua permanência em 2011.
E não adiantou em nada a argumentação dos inventores do item, a McLaren, que defendiam a permanência do acessório. Mesmo aqueles que o consideraram genial, foram a favor de proibir o apêndice para a próxima temporada. Foi o caso de Christian Horner, chefe da Red Bull:
"É uma grande peça de engenharia, mas algumas das soluções neste final de semana pareceram um pouco inconseqüentes quando você vê os pilotos guiando com a ponta dos dedos e não com as mãos. Então, acho que é uma questão de segurança", disse.
Sendo assim, a peça está banida par 2011, e as equipes terão de achar outra "maravilha da engenharia" para levar seus carros à vantagem no próximo ano.
Ontem, após a corrida, a FOTA, Associação que reúne as equipes da Fórmula 1 se reuniu para tomar algumas decisões visando os próximos passos da Fórmula 1.
Em pauta, dois assuntos quase que imediatos.
O primeiro diz respeito ao treino classificatório do GP de Mônaco, que será realizado no próximo final de semana, nas ruas de Monte Carlo.
A solicitação das equipes é que, com a presença de carros muito mais lentos, o treinamento em um circuito estreito como Mônaco seria perigoso e atrapalharia as equipes de ponta. Sendo assim, a idéia era "dividir" a classificação em duas etapas, com os 12 carros mais lentos em um momento e os 12 mais rápidos em outro.
No entanto, para ser aprovada, a medida precisaria ser aprovada por unanimidade pelas equipes. Aí falou mais alto o lado individual das equipes, já que as mais rápidas votaram por dividir a classificação, por não querer ser prejudicadas por "paredes" na pista, enquanto as mais lentas, vendo a possibilidade de conseguir largar mais à frente, em uma pista de difícil ultrapassagem, optaram por ir contra a divisão.
Sendo assim, as coisas continuarão como estão, e todos os pilotos irão para a pista juntos, disputando as qualificatórias, o que pode trazer surpresas no Grid de Largada.
Outra discussão em pauta dizia respeito à presença dos tão discutidos "dutos de ar", que se fizeram presentes no carro da McLaren nas primeiras provas e que foram "copiados" por Red Bull, Sauber, Ferrari, Williams e Mercedes no GP da Espanha.
Considerado perigoso pela grande maioria, já que nas retas faz com que o piloto tenha de tirar uma das mãos do volante para controlar o duto, o item foi voltado para ter ou não sua permanência em 2011.
E não adiantou em nada a argumentação dos inventores do item, a McLaren, que defendiam a permanência do acessório. Mesmo aqueles que o consideraram genial, foram a favor de proibir o apêndice para a próxima temporada. Foi o caso de Christian Horner, chefe da Red Bull:
"É uma grande peça de engenharia, mas algumas das soluções neste final de semana pareceram um pouco inconseqüentes quando você vê os pilotos guiando com a ponta dos dedos e não com as mãos. Então, acho que é uma questão de segurança", disse.
Sendo assim, a peça está banida par 2011, e as equipes terão de achar outra "maravilha da engenharia" para levar seus carros à vantagem no próximo ano.
Marcadores:
definições,
duto de ar,
estreante,
Fórmula 1,
GP Mônaco
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
O Mr. Mônaco
Bom dia amigos,
No último dia 29 de novembro, fez-se 34 anos da morte do ex-piloto inglês Graham Hill. O piloto morreu em 29 de novembro de 1975, quando o avião que pilotava caiu, em meio a um nevoeiro, matando, além do inglês, mais 5 pessoas, todos componentes da equipe Embassy Hill, de propriedade do inglês.
Mas, afinal, quem foi Graham Hill?
Muitos, como eu, que acompanharam apenas a fase contemporânea da Fórmula 1 (no meu caso particularmente, desde os tempos de Ayrton Senna), tem como único conhecimento sobre Graham Hill o fato de ser o pai do campeão mundial de 1996, o também inglês Damon Hill.
No entanto, Graham é muito mais que apenas o pai de um campeão mundial. Campeão em 1962 e 1968, o Mr.Mônaco, como ficou conhecido, é o piloto com maior número de temporadas na principal categoria do automobilismo (feito que será igualado pelo brasileiro Rubens Barrichello em 2010), além de ter sido o maior vencedor do tradicional Grande Prêmio de Mônaco durante muitos anos, com 5 vitórias (sendo superado por Ayrton Senna em 1993).
Some-se isto ao fato do inglês ser o único piloto até hoje a vencer a Tríplice Coroa do Automobilismo em ambas as suas formas (500 milhas de Indianápolis, Grande Prêmio de Mônaco e 24 horas de Le Mans ou 500 milhas de Indianápolis, Campeonato de Fórmula 1 e 24 horas de Le Mans) e veja que ele é um ícone no automobilismo mundial, que, em tempos de profissionalismo máximo entre os pilotos, que dificilmente disputam provas em competições diferentes, dificilmente terá seu feito superado.
Além de ser um grande vencedor, o piloto tornou conhecido por suas muitas aparições na mídia, por seu estilo extremo, tanto nas pistas quanto fora delas, por sua paciência e, principalmente, por ser um sobrevivente, já que sofreu muitos acidentes em sua carreira, tendo o mais grave ocorrido em 1969, no Grande Prêmio dos Estados Unidos, realizado em Watkins Glen, no qual ele quebrou as duas pernas e ficou o restante da temporada sem correr.
Em sua volta, Hill jamais alcançou o mesmo sucesso conquistado antes do acidente, até sua morte em 1975 (quando ainda disputava o campeonato de Fórmula 1).
No entanto, suas conquistas e seu estilo de pilotagem foram o suficiente para colocá-lo entre os maiores pilotos da história do automobilismo.
No último dia 29 de novembro, fez-se 34 anos da morte do ex-piloto inglês Graham Hill. O piloto morreu em 29 de novembro de 1975, quando o avião que pilotava caiu, em meio a um nevoeiro, matando, além do inglês, mais 5 pessoas, todos componentes da equipe Embassy Hill, de propriedade do inglês.
Mas, afinal, quem foi Graham Hill?
Muitos, como eu, que acompanharam apenas a fase contemporânea da Fórmula 1 (no meu caso particularmente, desde os tempos de Ayrton Senna), tem como único conhecimento sobre Graham Hill o fato de ser o pai do campeão mundial de 1996, o também inglês Damon Hill.
No entanto, Graham é muito mais que apenas o pai de um campeão mundial. Campeão em 1962 e 1968, o Mr.Mônaco, como ficou conhecido, é o piloto com maior número de temporadas na principal categoria do automobilismo (feito que será igualado pelo brasileiro Rubens Barrichello em 2010), além de ter sido o maior vencedor do tradicional Grande Prêmio de Mônaco durante muitos anos, com 5 vitórias (sendo superado por Ayrton Senna em 1993).
Some-se isto ao fato do inglês ser o único piloto até hoje a vencer a Tríplice Coroa do Automobilismo em ambas as suas formas (500 milhas de Indianápolis, Grande Prêmio de Mônaco e 24 horas de Le Mans ou 500 milhas de Indianápolis, Campeonato de Fórmula 1 e 24 horas de Le Mans) e veja que ele é um ícone no automobilismo mundial, que, em tempos de profissionalismo máximo entre os pilotos, que dificilmente disputam provas em competições diferentes, dificilmente terá seu feito superado.
Além de ser um grande vencedor, o piloto tornou conhecido por suas muitas aparições na mídia, por seu estilo extremo, tanto nas pistas quanto fora delas, por sua paciência e, principalmente, por ser um sobrevivente, já que sofreu muitos acidentes em sua carreira, tendo o mais grave ocorrido em 1969, no Grande Prêmio dos Estados Unidos, realizado em Watkins Glen, no qual ele quebrou as duas pernas e ficou o restante da temporada sem correr.
Em sua volta, Hill jamais alcançou o mesmo sucesso conquistado antes do acidente, até sua morte em 1975 (quando ainda disputava o campeonato de Fórmula 1).
No entanto, suas conquistas e seu estilo de pilotagem foram o suficiente para colocá-lo entre os maiores pilotos da história do automobilismo.
Marcadores:
24 horas,
500 milhas,
GP Mônaco,
Graham Hill,
Le Mans,
Mr. Mônaco,
Tríplice Coroa
Assinar:
Postagens (Atom)


